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20 de julho de 2009

Ideias Florescentes

Para fins de concurso (sempre eles, sempre eles!), eu comecei a estudar programação básica. Fiquei negativamente impressionado com a quantidade de tópicos de Ciência e Engenharia da Computação existentes na prova de informática do concurso para técnico da Receita Federal do ano 2000. E isso porque era a prova aberta para qualquer curso, não a específica pra TI.

Mas ao dar a primeira folheada no livro, um velho projeto me veio à mente. Atualmente, os simuladores de governo e geopolítica existentes no mercado de jogos são terríveis no que diz respeito ao principal - simular uma relação no sistema político internacional. Concentram-se mais nos gráficos (que nem sempre são tão bons assim) e nos aspectos bélicos que necessariamente no estabelecimento de alianças, tratados comerciais e aquisições externas para o Estado.

Então, pensei, por que não iniciar um projeto pessoal nesse sentido, sem grandes pretensões? Certo que a base de dados e os eventos desse jogo, bem como o raciocínio da inteligência artificial, nesses casos, não deve ser bolinho de se fazer. Mas eu me sentiria livre pra deixar pra lá uma interface gráfica que consumiria muito trabalho, mas que no final das contas não iria servir pra grandes coisas (a não ser deixar o negócio muito pesado de rodar).

Necessito de uma sugestão, no entanto, embora muita gente vá dizer que eu estou colocando o carro na frente dos bois: que linguagens usar? Fico com medo de me deparar com páginas e mais páginas de código a editar e compilar. Queria algo simples, mas em uma linguagem de alto nível, já que não tenho paciência de ficar digitando longos códigos crípticos em C, COBOL e similares... Sem falar que eu planejo dedicar, no máximo, meia hora de meu dia pra tal fim.

Alguém tem alguma sugestão?

12 de março de 2009

Fudeu

Aqui

Robô programado para amar tem ataque obsessivo

Um robô programado para simular emoções humanas agiu fora do normal após passar um dia com uma pesquisadora e tentar evitar que ela fosse embora, bloqueando a porta de passagem e exigindo abraços.

Kenji, um robô da Robotic Akimu, empresa ligada à Toshiba, foi programado para emular todo tipo de emoção humana, inclusive o amor. Após uma assistente de pesquisa passar vários dias com o robô para estudar seu comportamento e instalar novas rotinas de aplicativos, este acabou perdendo o controle de si. Em um desses dias, quando a mulher tentou ir embora, se surpreendeu ao encontrar Kenji na porta que dava passagem para a saída. Além de se recusar a desbloquear a passagem, o robô começou a abraçar a assistente de pesquisa repetidamente.

A mulher só pode sair após pedir socorro por telefone a outros membros da equipe que estavam fora da sala. Eles conseguiram desligar o robô pelas suas costas e só então o sufoco passou. O site CrunchGear relata que, além dos abraços, Kenji expressava seu amor pela vítima com barulhos animalescos.

De acordo com o site Geekologie o Dr. Takahashi, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, anunciou que Kenji deve ser desligado permanentemente, mas é otimista ao declarar que espera produzir outro robô que tenha sucesso aonde este falhou. “Esse foi apenas um pequeno contratempo. Tenho plena fé que um diz viveremos lado a lado com eles, e que até possamos amar e ser amados por robôs”, disse.

* * *

Só espero ser libertado depois do Neo. Assim essas máquinas me deixarão em paz e não tentarão me recapturar...

30 de junho de 2008

Novo Linux

Parece que consegui "consolidar" a nova versão do Linux que atualizei a partir da antiga. Trata-se da 8.04 do Xubuntu, que está mais bonitinha e simpática, e com visual mais clean. Eu ainda estou tendo alguns problemas, volta e meia, com a interface gráfica utilizada por ele (longo parênteses: a interface gráfica usada pela maioria das distribuições Linux e Unix, a X, ainda é uma das coisas mais problemáticas que existe. Ele ainda não consegue trabalhar bem com monitores e placas de vídeo, e volta e meia necessita de uma reconfiguração. Mas ao que me consta as coisas já foram bem piores antigamente), mas de qualquer jeito o sistema ainda mantêm um ótimo potencial. Espero que a comunidade continue trabalhando nele.

23 de abril de 2008

Não Acredito!

Consegui! Consegui instalar o Xubuntu e resolver todos os bugs de instalação e a maioria dos de configuração!

Mas o pior de tudo foi depois perceber o que eu tinha instalado. A plataforma Linux é extremamente estável (em termos), libera uma memória filha da mãe do seu PC, deixa tudo rodando redondinho, os programas iniciam com a velocidade do seu pensamento.

Entrentanto, é um ótimo sistema pra aplicações profissionais. Não é ainda suficientemente bom para se lidar com ele no dia a dia.

Talvez a solução ideal seja usar o Windows (afinal de contas, em muitos computadores ele já vem com uma versão OEM) e depois instalar as aplicações mais comuns que são utilizadas no Linux, tipo o OpenOffice. Não é um choque tão grande e você continua usando software não-pirata.

15 de abril de 2008

Raios, Raios Duplos

Pra começo de história, a minha auto-escola não marcou o meu exame de direção que deveria ter sido hoje, e que agora vai ficar pra maio. O motivo? Me disseram que a taxa de reteste (lembram, eu não fiz a avaliação de março) deveria ser paga no dia da prova, só que quando eu chego lá, me dizem que a bendita taxa deveria ter sido paga antes. Maravilha de empresa.

Segundo, quase perdi meu HD com uma partição errada feita na hora de instalar o Linux, mais precisamente o Xubuntu (um Ubuntu usando uma GUI tipo Xfce, simples e bonita). Antes disso, ele estava funcionando aos trancos e barrancos, provavelmente por alguma besteira que eu fiz na hora de instalá-lo. Fiquei com raiva, apaguei tudo do Xubuntu pra depois reparar o boot do Windows, e amaldiçoei Linus Thorvalds.

Obviamente com a cabeça mais fria pensei que poderia ter sido mais leniente com o programa. Enquanto estava rodando, de fato a interface era simples e fácil de usar, os programas eram leves e não tinham grandes diferenças quanto ao Windows que eu uso. Mas acho que vou estudar um pouco mais sobre Linux antes de me aventurar mais.