31 de agosto de 2007

Blog Day








José Marcelo, que por sinal fez um endereço novo para seu blog, acabou de me indicar para o Blog Day, um dia no qual você deve indicar 5 blogs interessantes, do seu país e de outros. Vamos começar?

1. O Hermenauta: de um querido amigo, ele dispensa muitos comentários. É excelente em economia, política, sociedade, e Scarlett Johansson;

2. indexed: feito por Jessica Hagy. Para aqueles que sempre questionavam a aplicabilidade da matemática na expressão de sentimentos, a moça é certeira quanto uma coordenada cartesiana em 3 eixos;

3. Unilateralismo Universal: da autoria do sr. Jerônimo Barbosa. Uma viagem aos mais íntimos recônditos de um estudante de Ciência da Computação (sem trocadilhos, por favor);

4. Pelo Avesso: Sabe aqueles dias de fossa e dor de cotovelo nos quais você não se aguenta, mas quer expressar o que sente ainda assim? Joana Paula pode lhe ajudar, especialmente se for mulher. Mas se for homem, vale a pena descobri a mulher que existe dentro de você (com trocadilho, por favor);

5. Melissa Panarello: perché ti fà bene! Sexo, política e irreverência, por sinal 3 assuntos que nunca estão completamente dissociados, né verdade?

30 de agosto de 2007

Exposição Patrocinada























Mayra Dias Gomes, filha do finado escritor normalmente conhecido pelo sobrenome, lançou-se ao mercado editorial com romance que fala de sua vida desde a morte do pai, em 1999, quando tinha 11 anos, até os dias de hoje. Nesse entrevero, a moça experimentou uma vida digna da frase de efeito "sexo, drogas e rock'n'roll" e traduziu tudo em páginas impressas.

Está na cara que o sobrenome famoso ajudou e muito na hora de arranjar um editor disposto a bancar a idéia de publicação, embora seu nome também tenha sido alavancado pelo ensaio que fez para a revista VIP (Duvida? Então dá uma sacada, cara pálida). Mas Mayra também foi ajudada pelo fenômeno dos romances de alcova, muito populares na Europa já há algum tempo, mas que só ficaram mais conhecidos por estas paragens depois de Bruna Surfistinha. A questão é que tudo indica que, como Raquel/Bruna, a moça não vai passar de um livro de contos eróticos e um ensaio valorizando seus aspectos físicos. Vá lá, ela tem, mas não é o tipo de coisa que impressiona mais, especialmente depois disso. Ou dela, acima retratada.

Ok, Melissa P. (Panarello, já que a criatura é da minha idade e não precisa mais omitir o sobrenome) ficou extremamente batida depois das "100 Escovadas..." e do livro mais recente dela, "O Odor de Sua Respiração" (tradução livre). Ela fez o que se esperava depois de lançar uma história escabrosa a público, mostrando coragem. Um pouco de voyerismo às avessas, mas vá lá. Mas ela foi adiante e escreveu "Em Nome do Amor". Para usar uma figura de linguagem, Melissa pegou um Alfasud desmontado e enferrujado, colocou de alguma forma dentro de uma luva de couro, e meteu na cara de Camilo Ruini, cardeal que disputava o papado de perto com Ratzinger. Ruini aparentemente é conhecido por fazer ingerências na política e, pasme, na moral privada do povo italiano. Acho que são saudades da época em que a Igreja tinha seus feudos.

Não é só isso. Melissa também é militante política. Em seus 13 anos, Melissa era conhecido por uma alcunha semelhante a "Louca Vermelha", ou algo assim, por militar em um partido comunista na época de colégio. Acho que na época eu pensava em no máximo ameaças veladas às irmãs lá do Imaculada Conceição de fazer um grêmio estudantil ou publicar um jornal clandestino. Hoje em dia ela é ligada a um dos partidos que fazem parte do atual governo italiano, acho que a Rifondazione ou os Democratici di Sinistra. Além disso, ela mantinha um blog ótimo em sua página pessoal. Meu italiano é uma porcaria, mas normalmente quem sabe francês e junta com o português acaba compreendendo. E rindo um bocado. Mas o blog acabou, em parte por causa do medo dela de ficar sendo observada pela CIA. Vai entender.

* * *

P.S.: Eu achava que ela tinha terminado de vez o blog, mas não! Felizmente, tia Melissa somente mudou de bandeira e agora está na Wordpress. Quem for corajoso de ler em italiano, dê uma passada lá.

29 de agosto de 2007

Cara-de-Pau É Elogio

Aos píncaros da escrotidão (sic) humana, Oscar Maroni Filho:

Preso, dono do Bahamas pede asilo

O empresário Oscar Maroni Filho, proprietário da boate Bahamas, em São Paulo, decidiu pedir asilo em outro país sob alegação de que é vítima de "perseguição política", revela a colunista Mônica Bergamo na edição desta quarta-feira da Folha. Para ler a íntegra da coluna, clique aqui (exclusivo para assinantes da Folha ou do UOL).

"De acordo com o advogado Daniel Majzoub, a solicitação está sendo encaminhada a quatro embaixadas, de Holanda, Suécia, Canadá e Dinamarca", afirma Bergamo.

Aqui.

* * *

Então tá beleza. Abro um puteiro, a polícia fecha por irregularidades, vou pra cadeira por prática de rufianismo (!) e de quebra peço asilo político nos países com melhor IDH do mundo? Assim é bom demais.

* * *

O tal do Maroni não é bobo. Um mínimo de conhecimento de "casas de massagem" (ahem) sabe que a preferência desses lugares é justamente por loiras do olho claro, altas e com pernas belíssimas. Coisa não muito difícil de achar em pelo menos 3 dos 4 países citados.

Quer continuar o negócio fora, isso sim. Embora pelo menos na Suécia a prática de exploração comercial de sexo tem penas pesadíssimas previstas em lei. Curiosamente, e embora eu não deixe de achar certo nesses casos, não há punição nenhuma para quem atende em casa, por conta própria. Afinal de contas, os meios de produção estão nas mãos do proletariado, né?

* * *

Agora me digam. Será que a Anistia Internacional vai adotar o moço como prisioneiro de consciência?

25 de agosto de 2007

Dentro de Uma Mente Inescrutável

Mentes inescrutáveis, ausência de sentimentos à flor da pele. Beleza de Gelo.

"Montanhas;
Pesadas são as montanhas,
Algo que muda com o tempo.
Céu.
Céu azul.
Algo visível, algo invisível.
Sol.
Algo único.
Água.
Algo agradável.
Flores.
Muitas delas semelhantes,
muitas delas inúteis.
Céu.
Vermelho, céu vermelho.
Cor vermelha.
Cor vermelha que odeio.
Fluxo.
Sangue.
O cheiro de sangue.
Uma mulher que não sangra.
Feitos do solo vermelho são os humanos.
Feitos por Homem e Mulher são os humanos.
Cidade.
Algo feito por humanos.
O que são os humanos?
Algo feito por Deus.
Humanos são feitos por humanos.
O que eu possuo são minha vida e minha mente.
O recipiente de uma mente.
O trono da alma.

O que é isto?
Essa sou eu.
Quem sou eu?
O que sou eu?
O que sou eu?
O que sou eu?
O que sou eu?

Eu sou eu mesma.
Este objeto sou eu,
A imagem que forma de mim mesma.
Esta é o eu que se faz visível,
Embora eu sinta como se não fosse.
Sensação estranha.
Como se meu corpo estivesse derretendo.
Não consigo me ver.
Minha imagem desapareceu."

(Adaptado de Hideaki Anno, "O Poema de Rei Ayanami", Neon Genesis Evangelion)

24 de agosto de 2007

Plunct, Plaft, Zum!

Quem viu as notícias, e principalmente quem viu quantos e quais foram absolvidos, já sabe.

Não vai a lugar nenhum (pelo menos até o indiciamento das outras denúncias).

* * *

Em compensação, parece que esse, se não tomar cuidado, vai. Para a terceirona.

23 de agosto de 2007

O Julgamento

Pro pessoal do P-SOL e PSTU egressos dos quadros petistas, os últimos dias têm o mesmo valor que a execução do Açougueiro de Bagdá tem para os americanos: 40 (sem piadas, por favor) envolvidos no escândalo do mensalão começaram a ser julgados ontem no STF, tendo como relator o Ministro Joaquim Barbosa, e provas apresentadas pela Procuradoria Geral da República. O maior motivo de júbilo pra quem saiu do PT soltando fumaça pelas ventas é o fato de muita gente do chamado Campo Majoritário - mas que também poderiam levar a peja de PCUS depois de Stálin - estar no banco dos réus. José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares, e outro tanto, bem como o publicitário ex-careca (a experiência com o sr. Valério e com Duda Mendonça ensinou coisas importantes, como nunca confiar no publicitário careca) e outros tantos de partidecos, estão todos lá.

Ao mesmo tempo em que escrevo essas pobres e mal traçadas linhas, uma ofensiva digna de contra-revolução está ocorrendo dentro da estrela: um grupo liderado principalmente pelo atual Ministro da Justiça, Tarso Genro, tenta estabelecer uma hegemonia aos trancos e barrancos, tendo como tribuna principal os congressos do partido. O objetivo me parece ser conquistar uma parcela significativa das lideranças das outras correntes, num processo que, pessoalmente, acho análogo ao que Gramsci idealizou. Isto provaria que o jornalista italiano, corcunda e chato pra cacete continua atual em sua visão de realidade e de intelectuais com poder de influenciar a sociedade como um todo. Só que, neste caso, suas idéias estão aplicadas em um universo muito mais micro que macro, algo que muito provavelmente não passava por sua cabeça.

É esperar pra ver.

22 de agosto de 2007

Agora, Falando Sério














Ontem eu me referi ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha como algo que deveria ser classificado mais como uma organização não-governamental do que um ente soberano de direito internacional, ainda que não tenha soberania sobre um território. Sem querer, e por preguiça de pesquisar, não atentei para o verdadeiro papel desta verdadeira obra de entrega individual que lança um apelo a todos os países.

A organização foi criada em meio à Guerra Franco-Austríaca, isso em meados do século XIX. Um empresário suíço de língua francesa, Henry Dunant, iria discutir com o então imperador Napoleão III as dificuldades de suas empresas realizarem negócios na Argélia, colônia francesa desde 1832. Mas acabou assistindo à Batalha de Solferino, onde 40 mil franceses, austríacos e sardo-piemonteses perderam suas vidas. Voltou para casa chocado e decidiu que tinha de por um fim a todo esse sofrimento. Surgiu assim a base do que viria a constituir-se mais tarde como o CICV e a Federação Internacional das Cruzes e Crescentes Vermelhos.

Nominalmente, membros da organização precisam ser necessariamente cidadãos suíços ou expatriados, o que permitiu que muitos destes emigrassem para o país. São cerca de 800 pessoas trabalhando na sede do comitê, em Genebra, mais 1200 trabalhando em campo. Somados a estes estão 13 mil trabalhadores contratados em diversas áreas de atuação do mundo. O serviço é sustentado por um orçamento anual médio de 900 milhões de dólares, mas quem quiser trabalhar lá precisa saber (por iniciativa do próprio comitê) que o trabalho é duro e necessita que o postulante abra mão de muito de seu conforto, estabilidade e segurança.

Além da Cruz e do Crescente Vermelho (criado por iniciativa do Império Otomano por achar que a Cruz poderia converter quem trabalhasse na associação local), existem símbolos adicionais em determinados países. É o que acontece com a Estrela de Davi Vermelha, usada em Israel, e o Leão-e-Sol Vermelho, usado no Irã pré-revolução. Para dar uma maior unificação ao movimento, uma conferência foi realizada em Genebra, em 2005, e terminou-se por adotar um símbolo neutro, conhecido como Cristal Vermelho, que adorna este post.

Atualmente, existem cerca de 185 federações internacionais de Cruzes, Crescentes e outros símbolos ao redor do mundo. Este tipo de organização, bem como a Caritas Cristã e a CARE, sempre precisam de doação de material, alimentos, remédios e dinheiro, mas principalmente de cooperação e voluntarismo. É uma chance de fazer algo com mais contato com quem realmente precisa.

21 de agosto de 2007

Ando Meio Desligado...

Já se sentiu meio fora do lugar no mundo, em algum momento de sua vida? Imagina então quem viveu uma das muitas situações bizarras proporcionadas pelas mudanças de fronteira e extinção de Estados nacionais ocorridas no século XX? Expatriado era a coisa que mais tinha na Europa do entre-guerras e nos primeiros anos do pós-Segunda Guerra Mundial: gente que, um belo dia, descobriu que o país no qual vivia não existia mais, que era "rejeitado" pela instituição que havia se estabelecido no lugar, e que dificilmente um outro país o acolheria por já ter problemas suficientes com os próprios nacionais, normalmente em situação de penúria naquela época. H. M. Stimmel, escritor alemão que é um dos melhores cronistas da Alemanha na Guerra Fria, materializa esta situação na figura da bela e sofrida Mitzi Szapek, do livro "Pátria Amada", que roda meia Europa até ser acolhida por um checkpoint americano no Muro de Berlim.

A situação dos apátridas ganhou guarida principalmente durante a década de 60. O Brasil tem até mesmo um passaporte especial - amarelo, diferente do azul que é usado pelos brasileiros que saem do país por motivos não-oficiais - para aqueles que não possuem nacionalidade mas que entram no país. Mas, alguém por acaso já ouviu falar de uma determinada organização exercer soberania sem ter povo ou território?

É o que acontecia com a Igreja Católica após a unificação da Itália, quando a casa de Savóia ocupou pela força os estados papais no centro da bota. Mas a situação deles se resolveu com um conchavozinho que fizeram em 1929, com Mussolini, que deu um bairro de Roma a eles para criar o Estado do Vaticano, hoje soberano como qualquer outro. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha também é analisado de maneira semelhante, mas lembra muito mais uma organização internacional que um ente soberano. Em situação análoga, hoje, só a Ordem dos Cavaleiros Hospitalários de Malta, Rodes e São João de Jerusalém.

Ué, mas eles não tinham acabado na época das Cruzadas? A existência dos mesmos como soberanos de um território resistiu até cerca do século XVIII, quando o último bastião deles caiu sob a mão de ferro de Napoleão. Malta mais tarde tornaria-se uma colônia inglesa e importante posto de abastecimento para a marinha de Sua Majestade, muito ativa durante o século de imperialismo no qual o sol nunca se punha no império britânico. Mas continuaram a comportar-se como se fossem uma instituição soberana, elegendo líderes, oferecendo comendas e, o que é mais decisivo, estabelecendo relações diplomáticas com diversos países - o Brasil incluso...

Nada mal para os resquícios de uma ordem cruzada, hã?

20 de agosto de 2007

Ele Sabe das Coisas...

Xico Sá é um sujeito importante na história do jornalismo nacional. É desafiador e está pouco se lixando se vai magoar alguém ou não. Mas, principalmente, Xico é cronista de mão cheia. E produziu esta pérola abaixo transcrita:

"COMO ELIMINAR UM AMANTE
Por Xico Sá

O leitor aflito me escreve. Quer ajuda, conselhos, alguma filosofia de consolação, ombro, ouvidos... Invoco a Miss Corações Solitários que costuma fazer morada nesta pobre caveira envelhecida em barris de bálsamo.

Não posso deixá-lo a mascar o jiló do abandono. Está desconsolado, como o Sizenando de Rubem Braga, que viu a amada cair nos braços de um playboy. Um idiota que não sabia sequer uma palavra de esperanto.

A vida é triste, Sizenando, como soprou-lhe o cronista.

Com Amaro, chamemos assim o nosso ensaio de Bentinho, não foi diferente.

Quis o destino parafusar-lhe objetos pontiagudos à testa.

Sim, ela tem um amante. Daqueles amantes que se encontram à tarde, num intervalo qualquer, no recreio da vida chata.

Nem foi preciso contratar o detive particular, conta-me o nosso Amaro. Ele mesmo fez as vezes de cão farejador de sua própria desgraça.

Que fazer?, indaga, num email no qual até a arroba bóia em poças de lágrimas.

Mato o desgraçado?

Tiro a vida da desalmada?

Vou-me embora pra Tegucigalpa?

Salto mortal da ponte Buarque de Macedo?

Um trágico, esse rapaz. Como os de antigamente. Amaro é do tempo em que os homens coravam. Ainda tenho vergonha na cara, envaidece-se o próprio.

Sossega, Amaro.

O melhor que fazes, respondi ao marido em fúria, é sumir por uns dias, inventar uma viagem, e dar todo tempo do mundo ao infeliz desse amante.

Banalizar o amante, meu caro e bom Amaro.

Entendeste?

Deixar que eles durmam e acordem juntos. Que tenham seus problemas, que percam o luxo dos encontros fortuitos e vespertinos, que se esbaldem e gastem toda a luxúria.

É necessário deixar a Bovary sentir o bafo matinal da rotina.

A vida dos amantes dura porque eles só vivem as surpresas e valorizam cada minuto do relógio que põem sobre a cabeceira daquele motel barato.

Nada mais cruel para o amante da tua mulher que presenteá-lo com o pão-com-manteiga do dia-a-dia, aquele que sempre cai com o lado da manteiga para baixo. A rotina é o cavalo de tróia do amor, Amaro, solta-lhe as rédeas.

Amaro, nada de violência ou besteiras desse naipe.

Ao amante, todas as chances do mundo. Ao amante aquela D.R., a famosa discussão de relação, em plena TPM.

Um amante nunca sabe o que venha ser uma mulher sob o domínio da TPM. Ela faz questão de reservar todos os direitos desse ciclo ao pobre marido.

Ao amante, Amaro, a tapioca fria e sem recheio da rotina do calendário.

Ao amante, Amaro, a falta de assunto.

Ao amante, os cabelos revoltos da mulher, naqueles dias em que nem mesmo ela se agüenta ou encara o espelho. Naqueles dias em que os cabelos brigam com as leis do cosmo e não há pente ou diabo que dê jeito.

Some, Amaro, deixa que o suplente assuma ou seja forçado a assumir a titularidade. Depois me conta, Amaro!"


Sensacional.

17 de agosto de 2007

The Day After

Menos de 2 mil pessoas na Praça da Sé, segundo contagens da PM paulista.

Menos paciência com o único "dissidente de esquerda" que, contando apenas com a garganta, conseguiu incomodar a "poderosa" manifestação (5 mil na cabeça do D'Urso, presidente da OAB-SP).

Menos um aliado, já que finalmente as famílias das vítimas perceberam que estavam sendo usadas como massa de manobra para quem não quer largar o osso do poder no país.

Menos credibilidade no Nordeste para uma das maiores empresas do mundo, que, na gestão anterior para a América Latina, de um pernambucano do município da Pedra, tinha uma das imagens mais positivas na região.

* * *

São ESSES que querem derrubar Lula, é?