Pelo menos para o ex-banqueiro Salvatore Cacciola. Respondendo a um alerta vermelho dado pela Polícia Federal, a Interpol prendeu o dito cujo... em Mônaco! Ao que parece, nossa justiça ainda não formalizou o pedido de extradição, mas deve fazê-lo em breve.
Uma coisa sempre me chamou a atenção no caso Cacciola: Tá, a Itália não pode extraditar um nacional seu a não ser em certas categorias de crimes, e crime contra a ordem financeira não está listado por lá. Isso é de praxe pra qualquer país, inclusive o nosso. Mas por que o STF não encaminhou um pedido para lá pedindo que o dito cujo fosse julgado pelo crime de acordo com o código penal de lá e perante um tribunal italiano?
Não custa nada lembrar: Cacciola era o antigo dono do banco Marka, que, junto com o FonteCindam, deu o calote no Banco Central que socorreu os mesmos durante a desvalorização do real em 1999. Cacciola pegou o dinheiro, não pagou, e como tinha cidadania italiana, fugiu para Roma.
Vai entender...
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15 de setembro de 2007
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